Entrevistador – Eu sei que você está falando bastante sobre esse assunto no Brasil inteiro. E eu queria saber, criolipólise funciona de verdade?

Jones Agne – Funciona. Funciona, mas tem que explicar o seguinte, o profissional que vai mexer com criolipólise, ele tem que saber avaliar o seu cliente. Avaliar significa o seguinte, o paciente pode, deve ou não fazer criolipólise? Isso é uma etapa muito importante. Eu vi uma grande modelo, (ININTELIGÍVEL) (00:02:19) por criolipólise. Pode?

Entrevistador – Mas não tem nem gordura.

Jones Agne – Não, mas às vezes a pessoa, ela é magrinha no rosto…

Entrevistador – Não, de corpo também. Ela é bem magrinha.

Jones Agne – Ela é magrinha do joelho para baixo, mas às vezes essa pessoa vai sentar e ela enxerga uma gordura saltando no abdômen dela. Isso incomoda demais essa cliente. O que nós temos que saber? Se aquilo realmente é uma gordura e é uma gordura que eu possa usar… Fazer o tratamento com criolipólise. Então depende da avaliação. O que eu queria complementar antes é justamente isso, Cristiano, que uma… Um profissional, ele tem que enxergar a gordura da cliente diferente da cliente. A cliente enxergar gordura somente como inestética. A profissional tem que enxergar aquela gordura como um sistema. O adiposto, conjunto de adipostos numa paciente, ele é um tecido responsável por muitas coisas. Por exemplo, ele é responsável não somente por… Por guardar, armazenar gordura, gordura branca, nós vamos chamar, mas ele também é responsável pela proteção de alguns órgãos, esse tecido adiposo, ele é responsável pela imunologia do paciente e ele é responsável também por algumas alterações hormonais no paciente. E também pelo controle térmico.

Entrevistador – Agora, a gordura tem a sua função.

Jones Agne – A gordura tem a sua função. Então, o paciente… Isso ele não está sabendo. Ele só está sabendo, ele só está enxergando que aquela gordura está incomodando ele. Ou é um biquíni, ou é uma calça com uma blusa mais curta, que aquele abdômen pode ficar mais saliente, com flanco. Então tem pacientes que têm uma camada adiposa que para nós não é uma camada adiposa preocupante, inestética e para o paciente aquilo deve ser um horror. Então nós temos que ter a capacidade de conversar com esse paciente e dizer para ele, avaliar ele e dizer para ele, “Olha, você é uma paciente que eu vou solucionar o teu problema com criolipólise, ou você não é uma paciente para criolipólise”.

Entrevistador – Não é… Resumindo, não é o cliente que escolhe o tratamento, é o profissional que indica o tratamento.

Jones Agne – Não… Justamente. Eu acho que esse é o ponto importante que você colocou. O que vai acontecer?

Entrevistador – Inclusive, a gente está aqui com a música do evento…

Jones Agne – Do evento, não é? Está bombando aqui.

Entrevistador – Bombando.

Jones Agne – Estou batendo o pé aqui, com essa música. Então, o que nós temos que observar? Muitas vezes o paciente pega o telefone, liga para a clínica, fala, “Eu queria marcar uma sessão de criolipólise com vocês”. Tudo bem, é tal dia, tal horário. Nesse dia e nesse horário eu vou marcar com essa paciente uma consulta.

Entrevistador – Uma avaliação.

Jones Agne – Eu quero saber se ela é uma paciente apta ou não. Indicada ou não para fazer a criolipólise. Uma outra coisa interessante é que a criolipólise… Isso está confirmado, comprovado cientificamente, que a criolipólise é um tratamento de resultado a longo prazo. Não adianta… Eu sempre brinco com o pessoal em aula, em curso, não adianta chegar uma noiva na clínica na terça, quarta feira e querer tirar uma gordura porque ela vai casar no sábado. Não vai acontecer isso. Então esse é um processo lento. A poptose, que a criolipólise produz, é um processo de 30, 60, 90 dias. Isso são fazes, é um processo inflamatório, depois tem a fagocitose, que é a remoção do adiposto. O adiposto tem essa gordura dentro e tem essa eliminação. Então isso é um processo que no mínimo, no mínimo, 30, 60 dias tem que respeitar.

Entrevistador – Não é do dia para a noite.

Jones Agne – Não. Não é do dia para a noite. Essa paciente, dependendo da quantia de gordura que ela tem… Eu sempre digo o seguinte, a criolipólise, ela é um aparelho… Se você for olhar a (manopla) (00:06:29) da criolipólise, é uma (manopla) (00:06:29) pequena. Então a criolipólise foi desenhada, foi indicada para gordura localizada, e não para um obeso, não para um sobrepeso e não para um excesso de gordura regionalizada. Então tem pessoas que acham que vão deitar numa maca e vão fazer uma criolipólise, e vai solucionar o problema delas. Mas o problema delas pode estar envolvido a um problema endocrinológico, um problema hormonal, um problema alimentar, um problema de falta de exercícios. É isso o que o profissional tem que entender.

Entrevistador – Agora, você sempre fala que a criolipólise tem que ser feita com o cliente fazendo atividade física. Eu lembro de uma palestra sua, você fala assim, “O cliente não faz atividade física? Manda ele ir para a clínica a pé e voltar para a casa a pé”.

Jones Agne – Justamente. Justamente. O que acontece? Quando a gente vai trabalhar gordura num paciente, dentro de uma clínica de estética… Eu estou falando, assim, trabalhar gordura com aparelhos. Na clínica de estética tem aparelho, tem cavitação, tem radio frequência, tem criolipólise. Primeira coisa que tem que entender é o seguinte, eu vou usar um aparelho na minha paciente. O que eu tenho que saber? O que esse aparelho vai fazer no adiposto, que é onde está essa gordura armazenada. Então eu tenho que conhecer essa parte metabólica. Ora, nós temos aparelhos que… O adiposto, ele pode sofrer 03 interferências de um aparelho. Nós podemos gerar no adiposto uma lipólise, que é um processo fisiológico. Ela pode gerar no adiposto uma destruição da membrana, que vai produzir uma hemosificação e pode matar esse adiposto lentamente, nós vamos chamar de apoptose. Então, observa que nós temos 03 termos, que eles são essenciais para o entendimento do tratamento. Lipólise, hemosificação e apoptose. Os aparelhos fazem só 01 disso, só uma dessas ações.

Entrevistador – Qual é?

Jones Agne – Então o que ela tem que fazer? Eu tenho que pegar o manual do aparelho, ou eu tenho que pegar a informação do fabricante… Se eu estou em dúvida, você tem lá o 0800, você tem o SAC e você entra em contato com o fabricante ou distribuidor e pergunta.

Entrevistador – Geralmente é a lipólise?

Jones Agne – A lipólise é o processo que, eu diria para você, que eu não preciso de aparelho. Porque a lipólise é um processo fisiológico. A lipólise eu faço controlando a alimentação e praticando exercício. O que eu quero dizer com isso? Que para fazer lipólise é um processo perigoso. Então se chegar para nós, nós formos observar que a maioria dos pacientes que chegam para nós na clínica, que procuram tratamento para a gordura, são pacientes sedentários. Em sobrepeso. Então esses pacientes já têm na circulação sanguínea, nos seus vasos muitos ácidos graxos circulando. Se nós aumentarmos a quantia de ácido graxo circulantes, são os lipídeos, nós vamos produzir nele uma lipotoxidade. A lipotoxidade pode gerar nesse paciente diabete tipo 2 e síndrome metabólica.

Entrevistador – Deixa eu ver se eu sou um bom aluno. Seria o excesso de gordura circulando no sangue?

Jones Agne – O excesso de gordura, que nós vamos chamar da gordura lipídica.

Entrevistador – E eu não sou nem da área, já estou entendendo.

Jones Agne – Não, você está entendendo perfeitamente.

Entrevistador – Você explica bem demais.

Jones Agne – Isso é muito bom. Eu fico feliz.

Entrevistador – Sinal que você está explicando muito bem.

Jones Agne – Que bom. Que bom, que eu gostaria que os teus… Os nossos ouvintes aqui também pudessem acompanhar isso.

Entrevistador – Eu quero te convidar para um dia no estúdio do programa Estética na TV, gravar várias aulas, para a gente disponibilizar e você falar tudo o que você quiser.

Jones Agne – Que bom. Que bom.

Entrevistador – O que você acha da ideia?

Jones Agne – Eu estou…

Entrevistador – Então venha para São Paulo.

Jones Agne – Tendo a possibilidade de vir a São Paulo, com o maior prazer.

Entrevistador – Vem e a gente vai passar o dia gravando, para você falar todas as verdades, a gente colocar e divulgar aos montes.

Jones Agne – Eu acho isso… Isso é o principal.

Entrevistador – Mas continua.

Jones Agne – Bom, então nós falamos da lipólise. Então, a lipólise é um processo fisiológico. O que é um processo fisiológico? Eu vou, assim, tentar explicar mais rapidamente, mas o pessoal tem que entender isso aqui. Qual é a gordura que está dentro do adiposto? Ela está dentro do adiposto formada… Ela é chamada tri-acil-glicerol. Tri é de 03. 03 o que? 03 ácidos graxos, que o português e outras literaturas chamam de ácido gordo. Você pegar em inglês é fat, não é? Então são 03 ácidos gordos, ou 03 ácidos graxos. E um glicerol. Tri-acil-glicerol. Como é que eles estão dentro do adiposto? Unidos. Um de mãozinha para o outro. Por que eles estão unidos ali dentro? Para eles não saírem do adiposto. Como é que eles saem do adiposto? Ou a gente pratica uma atividade física, uma caminhada, ou uma outra atividade… O nosso músculo começa a precisar de energia e é desencadeado um sistema neuronal, que faz com que esse tri-acil-glicerol separe dentro do adiposto. Quando ele separa, o adiposto e a membrana semipermeável, ela abre portinhas, mas só quem pode passar ali é o ácido graxo, separado do glicerol. Eles juntos não passam. Então, quando eles passarem, eles vão para o interstício, onde está o sistema linfático. E aí tem enzimas que vão pegar o ácido graxo e o glicerol. E essas enzimas, elas abrem outras portinhas no vaso, na artéria. E esse ácido graxo e esse glicerol caem dentro da circulação sanguínea. Opa, isso é um processo fisiológico. Quando ele caiu na circulação sanguínea e o músculo precisa de energia, vem uma estrutura chamada albomina. O que faz a albomina? Ela pega o ácido graxo e leva para a mitocôndria do músculo, para ela sofrer lá dentro a oxidação. Ou seja, produzir energia. O glicerol não tem essa mordomia dessa albomina. O glicerol tem que ir para o fígado. O fígado transforma o glicerol em glicerol 3 fosfato. Aí ele prepara o glicerol para entrar a mitocôndria e produzir ATP também. Então, veja, isso é um processo fisiológico. Se a paciente é sedentária, tem muito glicerol circulante e muito ácido graxo circulante, não existe albomina para levar ele para a mitocôndria. Então ele fica circulando. E aí vem a lipotoxidadae. Perfeito, isso é um passo. Por que o paciente tem que vir caminhando para a clínica? Para gastar a energia no músculo, para a mitocôndria receber o ácido graxo glicerol que foi tirado de dentro do adipocito.

Entrevistador – Pelo…

Jones Agne – Pelo aparelho. Não, pelos outros aparelhos que fazem lipólise. E aí nós temos um segundo grupo de aparelhos, que vão fazer hemocificação. Esse é um nome perigoso. Esse eu digo assim, o profissional tem que ter muita atenção. Porque a hemocificação, ela vai liberar de dentro do adiposto, ela vai destruir a membrana do adiposto. E vai produzir a saída do tri-acil-glicerol junto, unido, para dentro do interstício. E esse tri-acil-glicerol unido, ele não tem ação, ele não tem efeito de produção de energia. Os adipostos que não forem destruídos absorvem ele, então aumenta… Ocorre hipertrofia dos outros adipostos. E o que sobrou pode ir para a circulação e começa a aumentar a produção de colesterol ruim, LDL e VLDL. Então veja o problema que nós estamos metidos quando a gente começa a mexer no…

Entrevistador – Essa aula é importante não só para profissional, mas também para um público em geral, tem que saber disso.

Jones Agne – Não, eu estou falando aqui para o paciente se alertar, o parente, o marido, a esposa do paciente, o filho, a mãe, o pai e o profissional.

Entrevistador – E vou aproveitar e convidar para todo mundo comprar o seu livro, que está aparecendo na tela agora. Compre o livro do Jones Agne, que um profissional de estética que não tem esse livro, ele… É o Eletrotérmico Fototerapia.

Jones Agne – Eletrotérmico Fototerapia, lembro que esse livro não fala sobre o criolipólise ainda, mas ele fala sobre os outros equipamentos, fala sobre cavitação, sobre radio frequência, eletro estimulação e outras correntes que a gente usa cotidianamente na clínica.

Entrevistador – Isso, vamos continuar.

Jones Agne – Bom, então nós já falamos de 02 coisas, lipólise e hemocificação. As 02 são perigosas. As 02 são perigosas. Aí entrou a criolipólise. A criolipólise faz um outro processo no adiposto, faz a morte lenta. Eu digo assim, ela mata o adiposto à mingua, não sei se vocês usam esse termo aqui, a gente usa…

Entrevistador – Usa, usa, usa.

Jones Agne – O que é matar à mingua? Então nós temos uma energia fria, sucção, pressão negativa e um tempo de sucção e de energia fria. Protege a pele, com uma manta específica, uma película específica, para ela não congelar, não entrar em necrose. E essa temperatura bastante fria, ela vai retirar o calor do adiposto. Ou seja, ela vai diminuir a temperatura adipositária. Essa temperatura abaixa 02, 03 graus positivos durante 40, 50 minutos sob sucção. Faz com que o adiposto perca suas propriedades. Ele deixa de fazer glipogênese e faz a lipólise. Então ele perde a função. Quando ele perde a função, ele não consegue mais se auto nutrir e nem sobreviver. E ele vai morrendo. Ele morre.

Entrevistador – Aí vira uma…

Jones Agne – Apoptose.

Entrevistador – Apoptose.

Jones Agne – É. Então o que aconteceu? O adiposto não está destruído ainda, ele está morrendo, perdendo a sua vitalidade, a sua função.

Entrevistador – Está fraco.

Jones Agne – Está fraco. E aí o que acontece? O organismo começa a olhar esse adiposto como uma célula estranha no organismo. O que o organismo faz? Vamos combater. Ele não encontra mais ali um adiposto, ele acha ali uma célula diferenciada. Então ele manda para ali neutrófilos, que é o processo inflamatório. E vem uma reação inflamatória e agora esse adiposto morreu. Então ele tem que ser retirado, aí vem a fagocitose. Então ele começa a ser retirado por fagocitose e logicamente que o sistema linfático vai eliminar esse tecido. O que é interessante nisso? Que na apoptose, o tri-acil-glicerol, ele também perde a sua propriedade lipídica e se transforma numa massa amorfa, também estranha. Então ele não aumenta os níveis de colesterol na circulação sanguínea. Então ele é muito…

Entrevistador – Seguro.

Jones Agne – Seguro. E qual a vantagem da criolipólise? Que a criolipólise é o único recurso que nós temos hoje dentro da estética que você quantifica aproximadamente quantos adipostos você vai tirar do corpo do paciente e em quanto tempo.

Entrevistador – Que maravilha.

Jones Agne – Que é em torno de 20 a 25% dos adipostos que entraram para dentro da manopla, que foram para dentro da manopla e que sofreram essa temperatura baixa, essa sucção por um determinado tempo, que entrou em apoptose.

Entrevistador – E é uma única sessão?

Jones Agne – Numa única sessão.

Entrevistador – Não pode fazer mais que uma?

Jones Agne – Não é que não pode, você tem que esperar um prazo de 60 dias para você ver como é… Se esses 20% são suficientes ou não para o agrado do paciente.

Entrevistador – Uma nova avaliação?

Jones Agne – Uma nova avaliação. O que nós não devemos fazer? Agora é um conselho. Não use nada nessa região de outros procedimentos, deixa a criolipólise funcionar.

Entrevistador – Não usa mais nada?

Jones Agne – Nada. Não usa cavitação, não usa radio frequência nesta região que você fez a…

Entrevistador – No dia ou durante…

Jones Agne – Durante 60 dias. Você tem que esperar ver o que aconteceu.

Entrevistador – Esse negócio de pós crio…

Jones Agne – Eu acho, assim, muito arriscado, sabe? Eu acho arriscado porque você não está esperando o processo acontecer. É isso que o profissional tem que passar para a sua cliente. Quem paga um tratamento de criolipólise, que seja uma aplicação no local, que às vezes a pessoa chega lá e quer fazer 04, 05 regiões ao mesmo tempo. Então tem que ser avaliado. Esse paciente tem que ser trabalhado, ele tem que ser conversado. Às vezes não é a criolipólise que vai solucionar o problema dele, às vezes é a conduta, é o comportamento do paciente, é a dieta, é a atividade física, é o estresse. Então tem uma série… Às vezes é problema hormonal, tem que indicar ele para o… “Olha, você vai lá no seu ginecologista, você vai lá no seu endocrinologista, quem sabe você faz uma avaliação hormonal para a gente saber o que está acontecendo com você”. Porque mexer com adiposto não é uma coisa simples, não. Mexer com adiposto, você mexe numa estrutura do corpo do paciente. Essa estrutura, ela tem consequências hormonais, ela tem consequências de equilíbrio termogênico. Ela tem consequências de imunidade. Então tem que ter esse cuidado com o paciente. E outra coisa, tem pacientes que além do aumento do tamanho adiposto, que nós vamos chamar de hipertrofia, tem pacientes que também desenvolvem a hiperplasia adipositária. Nós temos os pré adipostos circulantes no nosso corpo. Tem paciente que quando um adiposto, ele cresce demais, ele enche demais, ele libera um alerta, ele dispara um alerta para os pré-adipostos e começa a gerar novos adipostos no paciente.

Entrevistador – Então aumenta.

Jones Agne – Rapaz, a coisa é tão… Tão ampla e tão bacana, que a gente quando começa a entrar nesse mundo, a gente fica pensando, “Mas será que eu estou fazendo certo no meu paciente?”.

Entrevistador – Vou fazer esse convite para você, vamos marcar um dia que você vier para São Paulo, vamos passar um dia gravando aulas sobre isso.

Jones Agne – Beleza. Beleza.

Entrevistador – Aí vamos disponibilizar…

Jones Agne – Tirar a curiosidade do pessoal…

Entrevistador – Vamos disponibilizar por módulos.

Jones Agne – Mostra imagem.

Entrevistador – Porque isso é informação muito importante e o Jones é um cara que além de ter muito conhecimento, é um cara que sabe explicar, sabe passar. Não é à toa que…

Jones Agne – A didática é boa?

Entrevistador – A didática é excelente.

Jones Agne – É?

Entrevistador – Você fez pedagogia, ou não?

Jones Agne – Rapaz…

Entrevistador – Aprendeu com a…

Jones Agne – Não, não. Eu fui professor 30 anos na universidade.

Entrevistador – Não é à toa que você viaja o Brasil inteiro, o tempo todo.

Jones Agne – E estamos aí com vários cursos.

Entrevistador – Com cursos lotados no Brasil inteiro.

Jones Agne – Semanalmente. Aula em pós-graduação. Graças a Deus o pessoal tem… Tem aceito a nossa proposta de atividade. Que a gente trabalha muito sério, não é? A gente não tem vínculo com empresa nenhuma, não fantasiamos…

Entrevistador – Fala a verdade.

Jones Agne – Eu acho que tem que se falar a verdade. O que o profissional da estética, principalmente hoje, tem que entender é isso, que estética, beleza sem saúde não dá certo.

Entrevistador – Não dá certo.

Jones Agne – Tá?

Entrevistador – Muito obrigado.

Jones Agne – Eu que agradeço.

Entrevistador – Valeu. Os meninos aqui estão ansiosos pela aula, porque eles são muito interessados nesse assunto de gordura. E o pessoal em casa também.

Jones Agne – Eles estão é com fome. Acho que eles estão com cara de fome.

Entrevistador – O pessoal em casa também vai estar muito interessado nesse assunto.

Jones Agne – Que bom.

Entrevistador – Eu espero você lá nos nossos estúdios para gravar várias aulas, para você contar tudo, explicar o processo inteiro.

Jones Agne – Aproveito para te parabenizar de novo pela tua proposta, pelo teu trabalho, que ele continue, assim, abrindo horizontes. Porque ele abre os olhos de muita gente. Muitos profissionais que estão,  às vezes…

Entrevistador – O pessoal tem falado do programa por aíw

Jones Agne – Bem. Falado bem.

Entrevistador – Que bom. Eu fico feliz.

Jones Agne – Falado bem, isso que é bom. É bom quando falem bem. Pode ser uma pessoa falando bem, está ótimo.

Entrevistador – Está certo.

Jones Agne – Muito obrigado.

Entrevistador – Jones, um abraço. Obrigado mais uma vez. E te espero no programa Estética na TV.

Jones Agne – E um abração para os teus ouvintes e como é que se diz…

Entrevistador – Telespectadores.

Jones Agne – Telespectadores. Isso mesmo.

Entrevistador – Está certo.

Jones Agne – Um abração.

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