(P) Começa agora mais um programa Estética na TV. E hoje olha só que legal, fizemos o curso de vendas na área de estética, com a Patrícia Dias, lá na loja Estética. Foi muito legal, um sucesso, muita dinâmica, e o pessoal adorou esse curso, e já marcamos uma data para o próximo. Em breve vocês ficarão sabendo no Facebook, que vamos divulgar bastante esse curso, assim como a gente fez com o primeiro. Esperamos vocês no segundo. Vocês pediram no domingo, e nós atendemos. Será no domingo, pra atender o pessoal que não pode, está muito ocupado aí durante a semana. E eu queria fazer pra vocês também, quem quiser anunciar no programa Estética na TV, quer anunciar o seu curso de estética, a gente vai bombar o seu curso, lotar lá a sala de estética com muita gente pra participar, então pessoal, se você tem algum produto, alguma coisa pra anunciar, venha anunciar aqui conosco. Aqui no programa Estética na TV você divulga pra milhares de pessoas do Brasil inteiro, milhares de profissionais que estão interessados no seu produto. Quer vender aquele aparelho usado que está lá parado, vem anunciar aqui no programa Estética na TV. E hoje o programa está muito especial, porque eu trouxe aqui o Jones Agnes, que é a maior autoridade em eletroterapia do Brasil. Ele teve pra vir o ano passado, não pode, devido a um compromisso, naquela época a gente trouxe aqui uma história de grande sucesso na estética, com a Helen Isquivel, mas hoje ele veio, está aqui do meu lado. Muito boa noite Jones.

Boa noite.

(P) É um prazer imenso tê-lo aqui no programa Estética na TV.

O prazer é meu. E vamos ver se a gente consegue produzir uma expectativa e um interesse grande no nosso programa hoje.

(P) É isso aí. O Jones, olha só, ele é autor desse livro aqui, que já me falou que está em falta no mercado. Eu sei Eletroterapia. Olha só que legal. Então se você não tem esse livro, desculpa, hein, isso é uma leitura obrigatória pra quem está no mercado de estética. Ele fala aqui sobre eletroterapia. E tem o seu lançamento… esse aqui é de 2009, e tem também o Eletrotermofototerapia. Deixa eu enquadrar aqui, olha. É o mais novo lançamento, um livro grosso, um livro pra quem gosta de estudar, e pra quem gosta de conhecimento. A gente vai falar sobre esse livro agora. Vamos falar primeiro desse?

Vamos, vamos.

(P) Esse é o primeiro filho?

Não.

(P) Não é?

Esse é o segundo filho.

(P) Segundo filho.

Então o seguinte, vamos abrir aqui esse, que a gente já consegue mostrar o primeiro filho. Então aqui. Aqui nós temos embaixo, não sei se consegue focar, nós temos aqui Eletrotermoterapia, 2004…

(P) 2004 foi o primeiro?

Foi reeditado em 2005, 2006, 2007 e 2008. 2009, nós temos o, Eu sei Eletroterapia, né? Que foi um nome audacioso, um título audacioso. Muita gente não entendeu no momento, depois, ficou muito bacana, porque as pessoas falavam assim, “agora eu sei eletroterapia”, e essa era a ideia, né? Era ter uma leitura dinâmica, uma leitura fácil. E no início do ano de 2013 tem Eletrotermofototerapia. Que a gente fez uma edição pra durar até o final desse ano passado, e por sorte, por um lado, né, mas por um desespero do outro, chegou no mês de setembro ele teve a sua primeira edição esgotada.

(P) Olha que beleza.

Como tinha que fazer… deveríamos fazer alguns reparos, algumas… ampliar um pouco o conteúdo, então nós já trabalhamos a segunda edição no mesmo ano. Então em outubro nós lançamos esse livro aqui, Eletrotermofototerapia, né? É um livro já, uma edição atualizada, corrigida, ampliada. E é um livro muito bacana. É um livro assim, que nós temos várias informações dos equipamentos, né? Por isso o nome, toda eletroterapia, a termoterapia, a fototerapia, laser, muspulsada, LED, e capítulos especiais. É muito bacana o livro.

(P) Agora eu entendi o título. Eletro, de eletroterapia, termoterapia e fototerapia, num livro só.

É, num livro só. Então hoje, profissionais da fisioterapia, profissionais da biomedicina, profissionais da área da estética, da medicina, né, todos aqueles que trabalham com recursos, eletro, termo e fototerapia, tem uma leitura hoje, né? É uma linguagem que é costumeira, uma linguagem simples, mas bastante detalhada. As imagens são pacientes reais, as fotos dos aparelhos são aparelhos nacionais, isso que é importante, né? A gente compra um livro traduzido, tem uma foto de um aparelho que a gente nunca vai encontrar esse aparelho no mercado.

(P) Nunca viu.

Não é? Então é essa a ideia do livro, né? Trazer uma leitura fácil, porque o conteúdo ele é um pouquinho… ele assusta, no início, né? Mas quem quer ganhar o resultado com o seu paciente, ele tem que saber o que está usando. Isso aqui é o nosso medicamento. O que você usar aqui, é como se fosse um médico prescrevendo um antibiótico, prescrevendo um ato cirúrgico. Nós estamos prescrevendo um agente físico, é uma energia. Isso que é interessante, né? Quando você pegar um equipamento lá, um laser, você pegar uma radiofrequência, né, você não está pegando um laser, uma radiofrequência, você vai proporcionar ao paciente que ele receba uma energia. Uma energia luminosa, uma energia térmica, uma corrente russa, uma corrente alse, né, uma micro corrente. Como é que nós vamos selecionar essa energia? Tem que conhecer ela. O médico na prescreve qualquer remédio para uma patologia.

(P) Não vai aplicar um aparelho se não sabe nem o funcionamento, como que…

Não sabe o funcionamento, não sabe a sua dosemetria, né? Então o… a intenção do livro é justamente essa, você entender, saber que é importante, né, o que você vai aplicar no seu equipamento, o que você vai administrar ao seu paciente. Então essa é a nossa… a nossa ideia. Graças a Deus estamos com uma excelente aceitação do livro, né? Nós temos aí virando 2013/14 com uma edição bem forte, uma venda em forte. E agora no início do semestre letivo então, as vendas aumentam mais. Nós temos uma… um site, né, que as pessoas podem adquirir o livro através do site, eletroterapia.com.br, põe lá no Google lá, eletroterapia, vai aparecer…

(P) Está em primeiro lugar.

Como não é empresarial, não é jurídico, está em primeiro lugar, né? E tem um acesso bastante grande. E lá a pessoa pode comprar ele no Pague Seguro.

(P) E pode comprar pelo e-mail também?

Pode comprar pelo e-mail também.

(P) Qual que é o e-mail?

É também eletroterapia@gmail.com

(P) Eletroterapia@gmail.com. Manda um e-mail, já vai mandar a conta, deposita e já manda. Só não vamos falar valor, porque o programa está gravado, depois a pessoa vai querer que faça o mesmo valor.

Não, mas o valor ele se mantém, né?

(P) Se mantém?

É, ele se mantém. A ideia do livro, o que é? É livro pra todos.

(P) Então, se quiser falar, pode falar.

O livro ele está… olha a barbada. É um livro que ele… se você pegar a editora, a editora confeccionar um livro desse, com quase 500 páginas, ele vai te sugerir um valor, né? “Olha, esse livro tem que ser vendido por R$290,00. É o preço dele. É o preço de capa, né? O preço final”. E nós vamos… essa é a sugestão da editora. E nós trabalhamos com essa sugestão, e nós viemos baixando, baixando, baixando, porque a ideia é que todos tenham acesso a compra do livro, né?

(P) É divulgar a informação.

Divulgar a informação. Quanto mais livros a gente comercializar, mais gente vai conhecer o assunto, mais colegas que vão estar inteirados com o assunto. E nós fechamos hoje assim um preço que, olha… não vou dizer de banana, porque a banana está muito cara. R$90,00.

(P) R$90,00 só?

A pessoa ganha, inclusive, o Correio. Ganha o frete.

(P) Frete grátis.

Frete grátis. Está incluído.

(P) Então é bardada, hein.

Barbada.

(P) Olha só. Comprar um livro desses por R$90,00, conhecimento puro da maior autoridade em eletroterapia do Brasil, não é brincadeira. Eu não vou nem pedir desconto pra ele aqui, porque pelo amor de Deus, né? R$90,00 por um livro desse.

Aí vai…

(P) Aí não tem como.

Aí vai ser ofensa. Aí vai ser ofensa. Na verdade é essa a nossa história, é essa nossa dinâmica, desde 2004, com outro livro, sempre foi ter um livro assim, que eu gosto de entrar numa sala de aula, fazer divulgação. Eu digo assim, a divulgação do livro ela é muito artesanal, né, é bater na sala de aula, é buscar um coordenador de uma faculdade, é durante um evento fazer aquela entrega pessoal, né, direta para a pessoa, na mão…

(P) Autografar.

Autografar. Isso aí que é o gostoso…

(P) Gostoso da coisa.

É o gostoso da coisa, né? E quando você consegue proporcionar um valor acessível pra todos, né… entra lá no site Pague Seguro, divide lá em três, quatro vezes, dá R$30,00 por mês, né? Você tem um livro… em uma semana está recebendo, as vezes cinco dias úteis está recebendo o livro em casa, pelo Correio, certinho. Nunca deu problema. Se der problema, vai no Pague Seguro, reclama, pega o dinheiro de volta. Nunca aconteceu isso, graças a Deus, né? Já aconteceu de uma pessoa receber dois livros em casa, porque nós… Duas pessoas receberam o e-mail, né, e, uma sem conversar com outra, mandei um livro, a colega mandou o outro, e a pessoa recebeu dois livros em casa.

(P) Mas foi honesta e falou?

Ah?

(P) Foi honesta e falou?

A pessoa que recebeu perguntou, “professor, eu paguei um livro, recebi dois”. Tenta vender pra um colega, dá de presente pra alguém aí, não manda pra nós de volta porque o Correio vai ser caro. E é assim que a gente faz, né? Vai levando o livro… Graças a Deus hoje temos aí… eu calculo que, aproximadamente, um sessenta mil livros hoje, desde 2004.

(P) Olha que maravilha!

A gente já colocou no mercado.

(P) Que legal!

Com certeza. Eu passo assim, por ano, diretamente, contando congresso, contando sala de aula, curso, palestra, em torno de quinze a dezoito mil pessoas direto. Por ano. É muita gente que a gente…

(P) Congresso, e tudo mais.

É muita informação. Então isso aí, pra gente, possibilita a gente fazer uma venda desse valor do livro.

(P) Eu comecei o livro, já tinha muita gente perguntando sobre o livro, como faz pra adquirir, tudo mais, já coloca no Facebook, olha lá… coloca lá eletroterapia@gmail.com.

É o e-mail, né,  para o contato.

(P) E eletroterapia.com.br, pode pagar no Pague Seguro.

Isso.

(P) E vamos comprar. Esse aqui já está esgotado, né?

É. O Eu sei Eletroterapia esgotou.

(P) Se quiser eu vendo o meu. Mil reais você leva.

É mais ou menos…

(P) É raridade.

Hoje é relíquia esse livro aí.

(P) É relíquia. Não é nem meu.

E é incrível. Tem assim, muitos livreiros, muitos coordenadores de curso, hoje, “professor, preciso de trinta livros do Eu sei Eletroterapia”. Infelizmente não tem mais, né? Mas que as vezes a pessoa não está sabendo da edição nova. Então, “olha, saiu o livro novo, e tal, está mais completo, ampliado. Está um livro diferenciado”, “ah, então tá…”. Aí já começa a cadeia toda funcionar.

(P) Olha, esse mês, Jones, a gente está falando aqui sobre celulite. Então começamos com atividade física semana passada, estamos falando hoje sobre a variação entre tratamento de celulite, semana que vem teremos a parte do cosmético, com o pessoal da Samana, Libely Cosméticos, e depois sobre a nutrição, fechando um ciclo pra atacar a celulite de vários pontos. Então é um programa bom, não só para o profissional, também pra mulherada que está… que quer acabar aí com a celulite. Então indique o programa para as suas clientes também assistir. E a gente vai falhar hoje sobre a variação em tratamento. Vamos começar com avaliação?

Vamos.

(P) Como você avalia a celulite? Eu vi uma coisa bem interessante, que foi um artigo da Ludmila, falando sobre isso, de uma nova abordagem…

É, seu artigo é meu e dela.

(P) É seu e dela?

É meu e dela.

(P) Uma nova abordagem na avaliação da celulite.

Isso mesmo.

(P) Como que funciona?

Então vamos falar o seguinte, vamos dar uma notícia bombástica aqui agora. Se perguntasse agora, você que está em casa aí mulher, né, se você tem celulite, eu vou dizer assim pra você, se tivesse um botãozinho agora, você apertasse aí sim ou não, aparecesse aqui uma contabilidade, eu diria que, possivelmente, 90% das mulheres assistindo o programa agora, diriam que tem celulite. Se eu fizesse essa pergunta, você tem celulite? Não é? 90% diria que sim. Se eu insistisse na pergunta e fizesse o seguinte, você tem certeza que tem celulite? Esse 90% baixa pra 70%. Quando você aperta na pergunta algumas vão ficar em dúvida, né? E se eu insistisse mais ainda, agora fizesse a pergunta ao contrário, mas é a mesma pergunta, você tem certeza que tem celulite? Baixaria pra 50%. Bom, por que a gente está falando isso? Há trinta anos eu sou formado, né? Trabalha como professor dando aula, fazendo pesquisa com clínica, com essa gama de contatos que nós temos aí diariamente em curso, em palestra, temos organização de congresso. Recebemos artigos científicos de alunos, de colegas, ajudamos a elaborar alguns artigos. E o que a gente estava observando? Que a gente recebia alguns artigos, referentes a celulite, e a pessoa usava lá um tratamento X. E pra qualquer… qualquer tratamento que estavam usando pra tratar celulite, eu observava que nunca o tratamento, o resultado era 100%. Como que você investe num equipamento que paga cem mil reais, ou paga dez mil reais, e você não dá 100% de certeza pra tratar uma celulite de uma paciente? Ele não tem… não são todas as pacientes que conseguem resultados. Isso começou a mexer um pouquinho com a nossa equipe, né, e comigo também, logicamente, e fomos pesquisar. Então tem já uns cinco, seis anos aí, que a gente começou a ser um pouquinho mais aprofundado. Nós começamos pela literatura. O que a gente começou a notar, né? Que os livros eles mudam os autores, eles mudam a capa, mas eles tem uma certa repetição de conteúdo ali dentro, quando se fala em celulite. Não é? E nós começamos a observar assim, que se você pegar o termo celulite, né, a nomenclatura celulite, você vai ver lá que ela é muito identificada como FEG, Fibra Edema Gelóide. Ou um outro termo muito usado é o PEF, Paniclopatia Edemato Fibraesclerose. O que a gente observou? Que existe uma letra F nessa nomenclatura, o FEG e o PEF. E esse F significa fibrose, né? E a partir desse termo nós começamos a detalhar um pouquinho mais e começamos a procurar uma forma de avaliação diferenciada. Porque deve haver um outro componente na pele de uma mulher, geralmente na região glútea, na coxa, que deve contribuir para esta aparência, né, celulítica. Então nós conseguimos identificar isso, que existe uma diferença… existem algumas patologias, algumas disfunções que visualmente elas tem a mesma aparência, que é o furinho, né? Então nós começamos a investigar, primeiro, o que é o furinho. Quando a gente vai num curso, vai numa palestra, eu sempre brinco, eu sempre faço uma pergunta para o pessoal, “gente, quem de vocês tem celulite?”, todo mundo levanta a mão. “Por que vocês acham que tem celulite?”, “ah, porque tem o furinho”, né? Então quer dizer, esse sinal, esse furinho, ele leva a um conceito. E esse conceito ele pode não ser exato. Então eu sempre digo assim para as alunas, os alunos na sala de aula, que celulite é uma das poucas disfunções teciduais que ela tem um diagnóstico caseiro. Você não vai no médico pra dizer assim, “o que é esse furinho, doutor?”, né?

(P) Você já intitula que tem celulite.

A criança nasceu, o primeiro, segundo, terceiro mês do nascimento, a mãe já olha pra bundinha do nenê e diz assim, “a minha filhinha está cheia de celulite”. Isso é característico, isso é normal, isso é uma coisa assim, espantosa. Então quer dizer, ela enxergou um gluteozinho gordinho com vários furinhos, né? E quando ele enxergou isso aí, ela pega e fala pra sua filha, seu nenê, que a filhinha, o nenezinho, já tem celulite desde aquela idade. Bom, então nós começamos a, primeiro, quando chega uma paciente pra nós querendo tratar da celulite, a primeira coisa que a gente fala pra essa paciente é que ela, nesse primeiro contato, ela não tem celulite. A paciente fica… “como assim não tenho celulite?”, não é? Porque ela quer dizer que ela tem celulite. “Não. Esse primeiro momento você tem o aspecto celulítico. Você está com aspecto, você está com alguns furinhos, alguns buraquinhos na pele, mas nós temos que investigar pra ver se é celulite ou não”. Como assim celulite? Vamos ver se esse furinho ele é produzido por uma fibrose, ou não. Então nós temos o aspecto celulítico. Nesse aspecto celulítico nós temos quatro situações diferentes. Nós temos a fibrose, que aí configura celulite, nós temos o lipedema, que é o que a maioria tem, das mulheres, o lipedema. Tanto é que, quando está no período menstrual, muitas mulheres dizem que nesse período aparece a celulite nelas. Ou aumenta a celulite. Nós temos a gordura, o aumento da camada adiposa. E ainda associado, nós temos a flacidez de pele. Então essas quatro disfunções podem estar presentes ao mesmo tempo. Geralmente tem três ao mesmo tempo, que é o lipedema, a gordura e a flacidez. Raras vezes temos a fibrose, que é a celulite. Você está entendendo?

(P) Isso quer dizer que muita gente pensa que tem celulite, e não tem.

Muita gente pensa que tem, mas não tem.

(P) Chega num profissional, pede o tratamento pra celulite e faz o tratamento incorreto.

Geralmente isso acontece. Por que? Porque infelizmente, por um lado, né, até alguns fabricantes eles tentam facilitar a vida do profissional, em fazer um aparelho que tem programas prontos, né? E esse programa pronto pode ter lá celulite. Só que ele está fazendo um programa pronto como se celulite fosse uma coisa única, né? Quer dizer, é o furinho, e pronto. Se não souber o que é, o que origina esse furinho, esse tratamento pode não dar certo, né? Então temos aí, por exemplo, radiofrequência, nós temos aí ultrassom, temos aí terapia combinada, né, os aparelhos aí, manthus,Heccus, e vibria, por exemplo, né, que são aparelhos que vieram pra facilitar a vida de muita gente. Só que o profissional ele tem que entender, né, tem que saber diferenciar essas disfunções para chegar nesse aparelho e buscar o programa correto.

(P) O melhor tratamento praquele caso.

Praquele caso. É. Então isso é um pouquinho complicado, né? Tem que aprender a avaliar, tem que… nós usamos hoje técnicas manuais pra percepção da fibrose ou não, do edema, da flacidez. Nós temos a termografia, que nos revela uma imagem de contato, né, que confirma, ou não, a avaliação manual. Então vejo muita gente avaliando celulite ainda do modo antigo. O que é o modo antigo? Fazendo pressão com as mãos, né, pressionando a pele da paciente, pedindo para a paciente fazer uma contração de glúteo, pra ver se aumenta ou não o tamanho dos furinhos, ou o número de furinhos. Beliscando, pra ver se a pessoa sente dor ou não. Ou seja, essas avaliações estão erradas pra quem quer avaliar celulite. Essa é a nossa proposta. Claro que eu não estou colocando aqui pra vocês que nós estamos absolutamente corretos nessa avaliação, que nós estamos fazendo uma proposta hoje que vai totalmente contra ao tradicional, a avaliação tradicional, né? Que é aquela, avaliar a celulite em graus, em grau I, II, III, dependendo da literatura, vai até o IV, outra literatura vai até o V, e a gente acaba se perdendo. Só que nesta avaliação de graus, I, II, III e IV, por exemplo, se você observar celulite grau I e grau II, não fala em fibrose, fala em edema. Então é um lipedema. Entendeu? E ela só fala que a celulite III e IV é anafibrose. Como que você vai ter celulite se você não tem fibrose? Então você não pode usar o termo para um lipedema como se celulite edematosa. Não existe. Existe uma celulite que é fibrose. Existe fibrose na trabepa que segura a pele, né, que fixa a pela, ou não existe. Se essa trabepa estiver fibrosada, aí eu tenho celulite. Então o nosso trabalho, inicialmente, é um trabalho pra retirar essa fibrose dessa arquitetura, pra depois liberar esse tecido, pra aí sim, vamos trabalhar no edema, vamos trabalhar na flacidez de pele. Mas o objetivo do tratamento, inicialmente, sempre que houver fibrose, o primeiro tratamento é na fibrose. Depois a gente trabalha o resto. Porque são energias diferentes. Se você trabalhar, se tiver fibrose num tecido, numa pele, e usar uma energia para flacidez, você tem uma grande chance de aumentar a fibrose. Por isso que as vezes você tem pacientes que, né, a gente observa muito, colegas nossos mandam pra nós, “professor, o que aconteceu? Eu fiz o tratamento X e piorou a celulite da paciente”. Será que piorou, ou você realmente massacrou essa pele com uma energia brutal que não deveria ocorrer nesse momento?

(P) Muito interessante. E vamos supor, nesse exemplo, qual energia seria maléfica para essa pele?

Bom, vamos colocar duas aqui, rapidamente, né? Radiofrequência, por exemplo. Radiofrequência nós temos duas temperaturas pra ela, clássicas, né, que é uma temperatura mediana… temperatura que eu estou falando, temperaturas que a gente consegue medir através de um termômetro especial, a parte externa da pele, né? Que ela revela que a parte de dentro da pele tem uma temperatura mais alta. A radiofrequência é termoterapia, né? Aquecimento tecidual. Então ela vai gerar aquecimento maior dentro da pele, e do tecido subcutâneo, do que fora da pele. Ou seja, a derme, o tecido subcutâneo, o músculo, dependendo do tipo de radiofrequência, a temperatura ali está muito mais quente do que na epiderme. Então a gente usa um termômetro que vai medir a temperatura da epiderme. E ali nós temos uma projeção, “olha, se a temperatura na epiderme estiver 35, 36 graus, na derme e nos seus anexos, nós temos 39, 40 graus”. Se eu tiver 40 graus na epiderme, eu vou ter 45, 46 na derme. Quando nós temos uma fibrose, a temperatura tem que ser menor. Então eu tenho que trabalhar, no termômetro, 35 graus. Quando eu tenho flacidez de pele, a temperatura tem que ser mais brusca. 40 graus no termômetro, 45 lá dentro. Que é uma temperatura que faz retração de pele e estimula o novo colágeno. Agora, se eu usar essa temperatura para uma fibrose, eu deixo a fibrose mais compactada, mais dura. Isso é interessante, né?

(P) É interessante.

Se nós tivermos um ultrassom, né, pra trabalhar uma fibrosa, eu tenho que trabalhar com ultrassom especialmente no modo contínuo. Não é? Se nós tivemos um edema, trabalhar no modo pulsado. Então eu tenho que saber diferenciar. Por que? Nós temos uns efeitos químicos que vão acontecer com a absorção dessa energia que eles são diferentes conforme a maneira da… a intensidade e a forma dessa energia.

(P) Ok. Eu vou ter que chamar o break agora, mas depois do intervalo a gente volta pra bater mais papo sobre celulite. Está bem interessante. Falar de avaliação e tratamento. E você que não tem esse livro ainda, olha, Termofototerapia, tem que comprar logo. É só R$90,00, é muito barato. Tem mais de 500 páginas de conhecimento pra você fazer avaliação certa e aplicar os tratamentos certos para sua cliente, e ela ficar satisfeita, e você vender muito os tratamentos que vão ficar famosos aí na sua cidade como alguém que dá resultado. Então, até já. A gente vai pra um intervalo rápido e voltamos com o programa Estética na TV.

Intervalo Comercial.

(P) De volta com o programa Estética na TV. E você aí que está nos assistindo, quer mandar sua pergunta para o Jones Agnes? aovivo@tvgeracaoz.com.br. Se tiver alguma dúvida é só mandar a sua pergunta. E olha só, você curte lá a Fan Page do programa Estética na TV, é facebook.esteticanatv.com.br. Aproveita e curte o meu Facebook, facebook.com/cristianodossantosestetica. Você tem Facebook lá que o pessoal possa te adicionar?

Tenho.

(P) Profissionalmente.

Eu estou tentando abrir um novo ali, porque eu já estou com cinco mil…

(P) Tem que abrir uma Fan Page.

Tem que abrir uma Fan Page, mas ainda… é tanta coisa pra fazer que a gente acaba…

(P) Tem que contratar um assessor.

Tem que contratar. Acho bom deixar, por enquanto, assim, que está bom.

(P) Pra cuidar dessa parte de marketing digital. É isso aí.

Isso.

(P) Então vamos continuar o nosso assunto aqui, que está muito interessante. Você quebrou um paradigma agora, falando sobre essa nova metodologia de fazer avaliação da celulite. E você falou sobre um produto pra avaliar a celulite, eu acho que até já vi no mercado. Fala pra gente um pouco.

É a placa termográfica, né? É uma… ela é um… é uma… as que tem aqui no Brasil, todas são importadas. Geralmente um fabricante dessas placas são empresas italianas. Possivelmente você encontra no mercado aqui, no comércio que trabalha com produtos estéticos, possivelmente deve se encontrar. Essa placa termográfica é uma placa que a gente vai ter contato, então nós vamos colocar ela sobre a região que a gente está investigando, avaliando, e pelo contato ela forma uma imagem, como se pegássemos… por exemplo, vou dar um exemplo assim, claro que não tem nada a ver, mas pegássemos uma placa de raio X, né, e ao encostar na perna da pessoa, conforme a temperatura, a situação, vai se formando uma imagem colorida, né, nessa tela. Ela tem três ou quatro imagens diferenciadas, né? Então cada imagem dessa vai revelando, “olha, essa imagem é um lipedema, é uma imagem mais escura para o branco”, e se o lipedema for mais intenso ela parte pra um colorido nebuloso, assim, ele não é claro definido, ele mistura verde com vermelho, com azul. Mas ele… ele… é uma nuvem. Tá? Se for uma fibrose ele fica um colorido muito vivo ilhado. São ilhas, né? Então você fez uma avaliação, apalpou, passou a mão na pele da paciente, sentiu uma granulação muito fina, muito pequena, isso pode identificar que seja uma fibrose. Então a gente insiste naqueles lugares que está mais repuxada a pele, com furinhos mais salientes, ali a gente insisti mais na avaliação. Então a técnica mesmo é uma boa avaliação, é ter esse contato, essa sensação na mão, né, observar a resposta que a pele está dando ao você tracionar essa pele. Se o furinho desaparece, se a pele fica lisa, né, durante esse tracionamento. E depois nós vamos sobrepor sobre essa pele a placa termográfica. Então a placa nós vamos observar essa temperatura que ela revela. Interessante que essa placa ela dura muitos anos, ela não é uma placa descartável. Ela é um… Ela tem um custo no mercado aí de R$450,00 a R$500,00, talvez, mas é uma placa que você vai ter ela… eu tenho minha placa há dez anos.

(P) Se paga ao longo do tempo.

Se paga. Se paga. Ela ajuda muito na avaliação, né? É uma avaliação simples. Se você for perceber, é uma avaliação simples. Você não pede pra fazer contenção de glúteo, você não fica apertando a pele. Porque qualquer pele da mulher, especialmente na região glútea, coxa, se você pinçar, apertar essa pele, você promove o aparecimento de furinhos, né? Isso não significa que a partir daí você vai dizer, “olha, você tem muita celulite, você tem pouca celulite, você tem celulite grau I, II, III e tal”. Não, não é assim que se faz. Porque isso, quando a gente pressiona a camada adiposa e ela se projeta pra fora, empurra essa pele pra fora, essa pele vai ser fixa por alguma coisa. São as trabéculas. Então, se você pressionar mais, mais essa pele vai ser empurrada pra fora, mais as trabéculas vão segurar essa pele. Mais furinhos vão aparecer. Então quer dizer, não é avaliando dessa maneira que eu vou dizer que a pessoa tem celulite ou tem algum grau diferente de celulite. Não, não. É simplesmente tracionando a pele, percebendo a textura dessa pele, e depois fazendo… aplicando uma placa termográfica. Aí você chega a uma conclusão, “olha, essa paciente não tem fibrose”, que é o que acontece com a maioria delas, mas a maioria tem lipedemo e flacidez. Isso é…

(P) O tratamento é diferente?

O tratamento é diferente, né? O tratamento é diferente. Uma drenagem linfática ela é uma boa…

(P) Para o edema?

Para o lipedema.

(P) Celulite não?

Celulite tem que ser um equipamento que produza… que tem uma ação fibrinolítica, né? Ou seja, ele tem que quebrar a fibrose. Ela tem que diluir a fibrose. Isso aí, em (0:33:39) nós chamamos de tixotropia. Não é? Então nós temos que remover essa fibrose, diluir essa fibrose para o sistema linfático carrear limpar. Então nós temos aí duas energias que são fantásticas, que é a ultrassom, né? Como é uma fibrose, tem que ser ultrassom contínuo. E a radiofrequência com temperatura baixa.

(P) Temperatura baixa.

Esse é o tratamento.

(P) E ultrassom convencional ou ultrassom de alta potência? De grande potência.

Não, ultrassom convencional. Eu deixaria aí a ultrassom, tipo uma terapia combinada, está muito bom de usar. Ou ultrassom normal, simples, um cabeçote simples aí, desde que tenha no modo contínuo.

(P) Então seria não no pulsado, seria no contínuo?

No modo contínuo, se for fibrose.

(P) Se for fibrose.

Fibrose. É. E uma outra coisa que o pessoal tem que cuidar também é a dosagem de ultrassom, né? Eu vejo assim, que as vezes… é uma pena, né? Tem vendedores de equipamentos que eles querem vender, eles querem convencer o profissional a comprar o aparelho mais potente. Eu sou contra do aparelho mais potente. Um aparelho mais potente ele está mais produzir um dano do que uma ajuda tecidual. Não tem o reparo, né? E especialmente numa mão inabilitada.

(P) E isso também é culpa dos profissionais, ou de quem recebe o tratamento, que acha que o mais potente é o que dá mais resultado.

É, o pessoal confunde aparelho com automóvel, né? Você não vai pra corrida, você não precisa correr, você não precisa chegar na frente, né? Você tem que ter paciência, você tem que ter domínio da técnica, você tem que saber avaliar o teu paciente, saber escolher a energia que você vai usar naquele tecido, e que forma que você vai aplicar essa energia. Quer dizer, é um complexo bastante interessante. Mas na hora que a gente conseguir entender isso tudo, isso aí… a gente chega a rir sozinho depois, por que? Porque você vê o resultado com poucas aplicações.

(P) E com menos esforço.

Menos esforço, o paciente sai mais feliz, porque ele está vendo o resultado, né? Ele não precisa vir muitas vezes na clínica, entendeu? Isso é o interessante, você ter um processo de convencimento ao teu paciente, isso é fantástico. Não é? E o convencimento é, “olha, estou indo lá, estou pagando bem, mas também está resolvendo meu problema”.

(P) Porque as vezes é feito o tratamento e não tem resultado. As vezes as pessoas também ajudam, se alimenta bem, faz atividade física...

É, é.

(P) … e o resultado não vem. As vezes pode ser o mau uso…

Eu acho que um tratamento ele tem muitos pontos interessante, né? A primeira coisa que tem que ter num tratamento, na área da estética, é o convencimento de que o paciente faz parte do tratamento. É a responsabilidade dele no seu cuidado do corpo, né? Isso… se nós não passarmos para o paciente… olha, o paciente chegou pra nós, vai fazer um tratamento pra gordura localizada, eu vou usar lá um aparelho que custa X mil reais, né, que são aparelhos caros quando se fala em estética, e se esse paciente pensar que ele vai na clínica deitar, vai receber um tratamento e vai sair dali fininho, esse paciente vai ter uma surpresa muito ruim. Não é? Ele não vai sair fininho, ele não vai conseguir eliminar aquela gordura. Então cabe ao profissional também produzir aí um processo de convencimento ao seu paciente. Na sua alimentação, na sua atividade física, nos seus hábitos, cuidados sociais, corporais e alimentares. Isso é muito interessante. Muito importante pra gente conseguir isso para o paciente. A partir daí, nós vamos ter uma seleção dos melhores equipamentos, da melhor conduta terapêutica. Com certeza o resultado vai ser satisfatório.

(P) Então vamos, pra reforçar para o pessoal que está assistindo a gente, se for o edema…

O lipedema.

(P) O lipedema, a gente vai tratar com drenagem. O que mais?

O lipedema, com uma drenagem, uma terapia combinada. Não precisa usar dose muito alta de ultrassom. Uma radiofrequência, não precisa ser muito alta a sua temperatura, porque nós temos que facilitar a drenagem. Se eu usar numa temperatura muito alta, eu posso danificar o sistema linfático. Não é? Isso é muito importante também. Uma atividade física, uma plataforma vibratória é um recurso fantástico também que nós temos dentro da clínica. Ou seja, nós temos assim, muitos recursos, mas dá pra simplificar nesses poucos aqui, né? Uma radiofrequência, temperatura controlada, uma terapia combinada, associando uma corrente elétrica com ultrassom, temos aí aparelhos, três, quatro aparelhos diferentes no mercado, que fazem isso, uma boa drenagem linfática, né, e o paciente observar o que está levando a esse lipedema. Isso é muito importante. Se é um problema hormonal, né, esse paciente tem que buscar o seu endocrinologista, muitas vezes a sua ginecologista vai ajudar. Nós sabemos que a maioria, né… se você hoje fizer uma pergunta, o que provoca uma celulite, né? Então nós temos que mudar essa pergunta. A celulite é uma fibrose. O que provoca esta flacidez de pele? O que provoca esses furinhos na sua pele? Quando é um lipedema. Não é? Então a maioria da vezes, é uma alimentação errada, é um sedentarismo, e é hormonal. Isso é muito importante. Então muitas vezes nós temos que trabalhar com outros colegas, outros profissionais, pra ter uma abordagem mais globalizada desse paciente. Ora, se você está observando que você fica muito inchada com muita frequência, você está usando um medicamento, está usando um anticoncepcional, e você notou que depois desse anticoncepcional você ficou mais pesada, com mais edema, você tem que consultar sua ginecologista, porque, possivelmente, esse anticoncepcional está retendo líquido em você. Então não adianta eu usar um recurso estético se ela está com uma desorganização hormonal que precisa ser corrigida.

(P) Não adianta nada ficar fazendo…

É, é.

(P) Não é?

Então na hora você vê uma pele linda, bonita, após tratamento, e quatro, cinco dias depois, ou vinte dias depois, a paciente volta na clínica com a mesma situação.

(P) Aí fica enxugando gelo.

Fica. É, justamente. É uma boa de uma colocação.

(P) Analogia, né? Enxugando gelo.

Enxugando gelo.

(P) Então ele falou do… do edema, do…

Da fibrose.

(P) Agora da fibrose. A gente falou do edema agora, né, que era drenagem, atividade física…

Isso mesmo.

(P) … plataforma vibratória está em desuso, né, porque as clientes não gostam muito. Eu vejo muito falar que a cliente tem…

É, o que acontece, né? Na área da estética, infelizmente, a maioria das pacientes elas são pacientes sedentárias, né? São pacientes que elas querem ir na clínica, “olha, eu pago bem, mas você tem que ter um aparelho milagroso, e eu não quero fazer esforço”.

(P) Resolve o meu problema aí. Estou pagando, resolva.

Então o que acontece? Não existe equipamento milagroso, né, pra essa área estética. O profissional tem que ser bom e a cliente tem que entrar no ritmo do tratamento. E muitas vezes vai pedir dela um certo esforço, que não é nada sobre humano, né? Mas é aquilo que vai melhorar a sua parte metabólica, vai melhorar a sua condição, inclusive, de humor, né? Então nós temos aí vários hormônios que vão interferir nessa função. Tem que mudar os seus hábitos alimentares, associar atividades físicas. Tem que mudar o mundo, né, pra essa pessoa. E saber que o aparelho milagroso não existe.

(P) Milagre não existe.

Essa é… talvez seja uma notícia muito ruim para os pacientes que nós atendemos agora. Mas se ela entender aonde nós queremos chegar, talvez a gente consiga convencê-las, “opa, espera aí um pouquinho. Eu tenho que mudar”. Eu, alguns… quatro anos atrás eu fiz um… nunca tinha feito exame… em toda minha idade nunca havia feito um exame pra colesterol. Fiz um exame lá. Olha, eu não sei se… não sei se alguém tinha colesterol pior do que o meu, né? Como assim? Não tenho sobrepeso, eu me movimento muito. Mas eu me movimento num… é muito mais… não tenho metabolismo correto, passo viajando, me hospedando em hotel e comendo em restaurante. Quando você vai comer em restaurante, a primeira coisa que te oferecem pra comer é batata frita. Todo prato tem batata frita.

(P) Muito sódio.

E é uma delícia, né?

(P) É uma delícia.

Quer dizer, a batata frita é aquilo que armazena maior quantidade possível de gordura saturada, né, sal, e amido. Ou seja, você está comendo tudo que é ruim.

(P) Uma bomba.

Aí você come isso pela parte da manhã, come isso pela parte da noite. Você quer ter um sangue bom? Não tem como. Então quer dizer, mudei meu hábito. Batata frita raríssimas vezes, é muito raro, né, eu comer batata frita, e outros tipos de alimentos. Atividade física começou a fazer parte da minha vida. Quer dizer, não, espera um pouquinho. Agora eu tenho que cuidar de mim esse horário aqui. Então mudou. Só com isso, sem medicamento, normalizou, né? Então quer dizer, adiantava eu tomar um medicamento, abaixar o colesterol? Não ia resolver.

(P) Se você continuaria comendo a batata frita, tomando a Coca Cola light, né?

Não, não adianta nada.

(P) Não adianta.

Então, se você não mudar a sua conduta, muitos resultados, claro… você tem uma fibrose de uma cirurgia, de uma lipoaspiração, lógico que a conduta está praticamente envolvendo o profissional e o equipamento, sem dúvida nenhuma. Mas as vezes uma gordura, uma flacidez de pele, você precisa trabalhar. Por que? Tem muita flacidez de pele que ela se desenvolve, ou é pelo acúmulo de gordura, que dá flacidez de pele, ou é uma musculatura pobre. O músculo inativo, o músculo que a gente não mexe com ele, que a gente não faz força com ele, ele é um músculo que vai diminuir de tamanho. E essa diminuição, esse músculo sem atividade, ele começa a acumular gordura na região desse músculo, e começa a criar um edema. Quanto mais gordura e mais edema, ele empurra a pele pra fora. Como essa pele perdeu sustentação, ela fica flácida, né? Então adianta a gente trabalhar uma flacidez e pele se não trabalhar o músculo? Não resolve. É paliativo. Então você tem que saber avaliar seu paciente. Quantos pacientes chegaram par nós reclamando de um culote, né? Aquele aumento da parte (0:45:16), e essa pessoa chega assim, “olha doutor, eu tenho esse culote, isso aqui é muita gordura, não sei o que, tal, tal, tal. Tem que tirar isso aí. Eu sei que o senhor tem um aparelho que é usado pra gordura, né?”. Ou chega na nossa clínica, muitos de vocês que estão nos assistindo fazem isso. Esse culote, por incrível que pareça, a maioria das vezes, não é gordura. É o músculo do glúteo frouxo, fraco, flácido. Por que? Porque a maioria das pessoas não fazem exercícios do dia a dia pra fortalecer esse músculo. Que é um exercício que se faz em casa. Faz no trabalho. Faz caminhando. Fazer uma contração do glúteo. Hoje a gente chega num curso com profissionais ali, vinte, trinta profissionais na sala de aula, e a gente pergunta a vocês, quem de vocês sabe contrair o glúteo? Todo mundo dá risada, achando que a gente está brincando. A gente está falando sério. Todo mundo acha que sabe fazer a contração do glúteo. Quando você faz… pede pra uma ou duas alunas fazerem a contração do glúteo, você mostra pra elas que elas não sabem fazer contração de glúteo. A contração é mal feita. Então, quer dizer, nós, os profissionais são suscetíveis as patologias, as alterações que os pacientes tem.

(P) Ok. Está terminando o tempo, o pessoal já levantou a plaquinha ali. Foi muito bom, muito boa as suas explicações de hoje. Acho que vai dar uma… as pessoas vão repensar em casa. Eu queria que você falasse do congresso que vai ter em Minas Gerais…

Belo Horizonte.

(P) Belo Horizonte, rapidamente. E também a gente está querendo aqui fazer um curso em São Paulo, com Jones Agnes, que está vindo pouco ultimamente pra São Paulo, está fazendo curso em todos lugares do Brasil, vamos fazer um curso aqui em São Paulo.

Vamos fazer em São Paulo.

(P) Vamos preparar.

Bom, o congresso, ele é um congresso da Fisioterapia Dermato Funcional. Eu digo assim, com toda tranquilidade, ele é o maior congresso do Brasil hoje, dessa especialidade. Ele vai pra oitava edição, eu acompanho ele desde o início, sou um dos fundadores do congresso, sou o presidente da parte científica do evento. É um evento que ele reúne em torno de cinquenta palestrantes, colegas que vem de fora, profissionais médicos, fisioterapeutas. Estamos recebendo esse ano um médico espanhol, que é um ícone da parte da ultra cavitação. Temos colegas vindo da Argentina, do Chile. E juntando ali cinquenta palestrantes. Esse congresso ele tem uma grande feira, são vinte e dois… vinte e dois expositores, né, dos mais experientes aparelhos que são usados na área da estética, da dermato funcional. Nós temos expositores da área de cosmético também, né? Esse evento ele é dividido em três segmentos dentro do mesmo evento. Nós temos, pela parte da manhã, um simpósio sobre laserterapia, já estão com as vagas esgotadas. Nós temos doze oficinas, que são doze mini cursos, ainda alguns tem vagas. E à tarde nós temos o congresso, né? Então ele é um congresso assim, fantástico. É um congresso de novidade. Não é um congresso de repetição de conteúdo. Nós temos muita dificuldade de trabalhar esse congresso, porque é difícil a gente garimpar hoje novidade.

(P) Novidade. E quando vai ser?

Ele começa agora, quinta-feira, dia 13…

(P) Já agora?

13, 14 e 15. Quem quiser ver a programa entra lá no site www.dermatofuncional2014.com.br. Tem todas as informações. As inscrições não podem mais ser feitas pela internet, tem que ser só agora…

(P) Pelo telefone?

Ou pelo telefone, ou pessoalmente, direto na hora da abertura do congresso.

(P) Certo.

Quanto aos nossos cursos, é uma… vai ser uma satisfação muito grande pra mim organizar um curso de novo aqui em São Paulo. Eu estou já há uns três anos que eu não ministro curso em São Paulo, no interior sim, e vamos procurar uma data…

(P) Vamos procurar uma data aí. Quero participação de vocês.

Esse é um ano complicado, é um ano que nós temos aí Copa do Mundo, vai aí praticamente um mês e meio, ele para tudo no Brasil, sendo Copa do Mundo, depois nós temos um ano eleitoral também, que são dias que a gente tem que respeitar aí com a questão dos cursos. Temos feriadões esse ano, né? Então nós estamos assim, bastante limitados, pra finais de semana, né? Mas a gente vai achar uma data, e com certeza vamos… Tem muita gente de São Paulo pedindo curso aqui, a gente não consegue…

(P) Vamos fazer esse curso.

A gente vai conseguir, com certeza.

(P) Jones, muito obrigado pela sua presença. Nosso tempo estourou.

Eu que agradeço.

(P) Aqui o livro, Termofotorepia. Quero ver todo mundo comprando, né? Eletroterapia.com.br…

www.eletroterapia.com.br, acesse lá, tem a forma de comprar o livro, compra pelo Pague Seguro ou faz depósito bancário direto, né? Os R$90,00 está incluído o Correio, né?

(P) Está incluído o frete.

Em média cinco dias úteis, dependendo da localidade. Pra qualquer lugar do Brasil.

(P) Ou eletroterapia@gmail.com

É o meu contato pelo e-mail que a gente está atendendo todos os dias, na medida do possível, tenta responder as dezenas de e-mails que a gente recebe. Com maior satisfação que a gente faz isso.

(P) Tá ok. Jones, muito obrigado pela sua vinda. Até uma próxima oportunidade do seu comparecimento.

Estamos aí. Temos muito assunto pra falar aqui, né? Dá pra pegar um assunto só aí, por exemplo, gordura, né? Trabalhar hoje ultra cavitação, que está na moda no país, né, e alguns mitos e verdades. Dá pra gente conversar sobre isso. Ih, tem tanta coisa aí.

(P) Tem muita coisa.

É um mundo vasto, né, essa parte da estética, dermatofuncional. E outras áreas também aí que a gente trabalha, né? Na parte… fisioterapia esportiva, traumato ortopédica. Eu dou aula na medicina veterinária em Botucatu, então nós temos aí uma polivalência muito grande, dentro dos recursos que eu uso.

(P) Pessoal, muito obrigado por acompanhar o programa Estética na TV. Olha, assine o canal no Youtube, youtube.com/esteticanatv, e você vai receber no seu e-mail todas as novidades e programas novos que chegar, em primeira mão. Um beijo e até semana que vem com mais um programa Estética na TV. Até lá. 

Pin It on Pinterest

Share This